
Normas e diretivas



Connection elements or equipment component. A lanyard can be in rope made of synthetic fibres, in metallic rope, in strap or in chain.
CAUTION: A lanyard without energy absorber must not be used as a fall arrest equipment.
Its objective is to develop test methods and requirements in the form of standards defining the technical specifications of products. Some of them, mostly requirements standards, are harmonised with EU Regulation 2016/425. Compliance with these harmonised standards gives an assurance of compliance with the requirements of EU Regulation 2016/425
PROTEÇÃO PARA TRABALHADORES DA INDÚSTRIA COM EXPOSIÇÃO AO CALOR E CHAMA
Proteção contra o calor e as chamas. Esta norma especifica os requisitos de desempenhos dos materiais e dos vestuários de proteção contra o calor e as chamas. São aplicadas para os artigos de vestuários fabricados com materiais flexíveis, concebidos para proteger o corpo humano, excepto as mãos, contra o calor e/ou a chama.
São testados:
| Teste | Código | Desempenhos |
| Propagação de chama limitada | A | A1 e/ou A2 |
| Calor convectivo | B | B1 a B3 |
| Calor irradiante | C | C1 a C4 |
| Proteção de alumínio em fusão | D | D1 a D3 |
| Proteção de ferro fundido em fusão | E | E1 a E3 |
| Calor de contacto | F | F1 a F3 |
| MAIVE2 | |
| EN ISO 11612 | |
|
A1 A2 B1 C1 E3 F1 |
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VESTUÁRIO DE PROTEÇÃO CONTRA CLIMAS FRESCOS
Esta norma especifica as exigências e os métodos de ensaio de desempenho dos artigos de vestuário (blusões, casacos, sobretudos, calças) de proteção contra climas frescos.
Este vestuário será utilizado com uma temperatura moderadamente baixa (-5°C e mais) para proteger contra o frio local da pele e é utilizado não só para actividades no exterior, como por exemplo na indústria da construção civil, mas também em actividades no interior, como por exemplo na indústria alimentar.
Não será sempre necessário, nesses casos, que o vestuário seja feito de materiais impermeáveis ou estanques à água. A exigência correspondente é portanto deixada em opção na presente norma.
X : Classe de resistência térmica, Rct
X : Classe de permeabilidade ao ar, AP
X : /cler do artigo de vestuário (Opcional)
X : Classe de resistência à penetração da água WP (Opcional)
| ALASKA3 | |
|---|---|
|
|
EN14058 |
|
2 2 0,221 m². K/W X |
|
| Isolamento I cler M².K/W |
Utilizador de pé imobilizado, 75 W/m² | |||
| Velocidade do ar | ||||
| 0.4 m/s | 3 m/s | |||
| 8h | 1h | 8h | 1h | |
| 0.170 | 21 | 9 | 24 | 15 |
| 0.265 | 13 | 0 | 19 | 7 |
| 0.310 | 10 | -4 | 17 | 3 |
A norma EN ISO 374-5 especifica os requisitos e métodos de ensaio para as luvas de proteção destinadas à proteger o utilizador contra os microorganismos (bolores e bactérias, vírus em opção).
Penetração dos bolores e bactérias (testado em conformidade com a norma EN374-2): ensaio que permite verificar a estanqueidade à água e ao ar de uma luva.
Penetração dos vírus (testado segundo o método B da norma ISO 16604): processo que determina a resistência à penetração por patógenos veiculados pelo sangue.
– Método de ensaio utilizando o bacteriófago Phi-X174.
A luva, segundo o seu tipo, levará o seguinte pictograma:
Exemplos de aplicação:
A área de utilização é determinante, uma vez que, conforme o caso, a luva deverá combinar várias propriedades para responder aos requisitos de proteção necessários. Assim, é muito importante consultar as áreas de utilização indicadas e os resultados dos testes realizados em laboratório que se encontram no manual de utilização. No entanto, recomenda-se verificar se as luvas estão adaptadas à utilização prevista realizando previamente testes, já que as condições no local de trabalho podem diferir das do ensaio tipo, em função da temperatura, da abrasão e da degradação.
A norma ISO 18889 especifica as exigências relativas às luvas de proteção para os operários que manipulam pesticidas e trabalhadores de reentrada.
As luvas de classe G1 são adequados quando o risco portencial é relativamente baixo. Estas luvas não são adequadas para o seu uso com pesticidas de formulação concentrada, nem em caso de risco mecânico. As luvas da calsse G1 são geralmente para um único uso.
As luvas de classe G2 são adequadas quando o potencial risco é mais elevado. São adequados para utilização com pesticidas diluidos e concentrados. As luvas de classe G2 também cumprem os requisitos minimos de resitência mecânica e portanto, são adequados para actividades que requerem luvas com uma resitência mecânica minima.
As luvas de classe GR apenas protegem a palma da mão e estão destinados aos trabalhadores em contactos com residuos secos de pesticida ou parcialmente seco presentes na superficie da planta depois da aplicação de pesticidas.
A norma EN16350 estabelece as exigências suplementares para as luvas de proteção que utilizam-se num entorno que inclui o que é susceptível de incluir zonas inflamáveis ou explosivas.
Podem definir-se outras propriedades electroestáticas mediante a EN1149-1 (resitência determinada pelo comprimento da superficie de um material) ou a EN1149-3 (atenuação da carga), mas não são suficientes para avaliar as luvas de proteção de dissipação eletroestática.
A norma EN ISO 10819 especifica os requisitos de remdimento de atenuação de vibrações através de uma luva. Também deve cumprir com os requisitos de espessura e unidormidade do material anti-vibratório. De referir que este tipo de luvas pode reduzir e não eliminar os riscos para a saúde relacionados com a exposição às vibrações transmitidas às mãos.
O factor de transmissão de vibrações em bandas de frequência de terceiro de oitava de 25 a 200 Hz será equivalente ou inferior a a 0,90. O que seja medido nas bandas de frequência de terceiro de oitava compreendidas entre 200 e 1250 Hz deverá ser equivalente ou inferior a 0.60.
Requisitos e métodos de ensaio para luvas para utilização em soldadura manual de metais, corte e técnicas afins corte e técnicas afins. As luvas de soldadura são classificadas em dois tipos: B quando quando é necessária destreza (por exemplo, soldadura TIG) e A para outros processos de soldadura.
Esta norma proporciona os requisitos para as luvas de proteção que se utilizam num entorno que produz radiação ionizante ou num entorno com substâncias radioactivas .
Uma luva que proteja conta a contaminação radioactiva deve se restanque segundo a norma EN374-2.
Uma luva que proteja contra as radiações ionizantes deve, além de ser estanque segundo a norma EN374-2, conter uma certa quantidade de metal pesado como o chumbo.
Connection element or equipment component. A connector can be karabiner or a snap hook.
Class A: Anchorage connector, automatic lock used as the component and designed to be connected directly to a specific type of anchorage.
Class B: Primary connector with automatic lock used as the component.
Class M: Multi-purpose connector, primary or quick opening, used as a component, which can be loaded along its major axis or minor axis.
Class Q: Quick opening connector used in long-term or permanent applications, screw lock. When completely screwed this part is a supporting part of the
connector.
Class T: Manufactured end connector, automatic lock, designed as part of a subsystem for attachment so that the load is carried in a predetermined direction.
Element of a fall arrester system to which a personal protective equipment can be fastened.
Type A - NON PPE : Anchor device with one or more stationary anchor points with the need of a structural anchor.
Type B: Anchor device with one or more stationary anchor points without the need of a structural anchor.
Type C - NON PPE : Anchor device employing a flexible anchor line with maximum deviation of 15°.
Type D - NON PPE : Anchor device employing a rigid anchor line with maximum deviation of 15°.
Type E: Anchor device for use on surfaces with a maximum slope of 5°.
Equipment consisting of a mobile fall arrester with self-locking, integral with its rigid anchorage line (rail, cable…). An energy reducer can be built-in on the equipment.
Equipment consisting of a mobile fall arrester with self-locking, integral with its flexible anchorage line (rope, cable…). An energy reducer (absorber) can be built-in in the equipment.
A norma EN ISO374-1 especifica as exigências de desempenho necessárias para as luvas destinadas à proteção dos utilizadores contra produtos químicos perigosos.
• Penetração (testado de acordo com a norma EN374-2): Difusão de ar e água para verificar a estanqueidade através de porosidades, costuras e orifícios de pequenas dimensões ou outras imperfeições presentes no material da luva.
• Degradação (testada de acordo com a norma EN374-4): Determinação da resistência física dos materiais após contacto contínuo com produtos químicos perigosos.
• Permeação (testado de acordo com a norma EN16523): Processo através do qual um produto químico se difunde através do material da luva de protecção por contacto contínuo.
A versão EN ISO da norma EN374-1 introduz a noção de de 3 tipos de proteção contra a permeação de produtos químicos:
- Tipo A: A luva obtém um índice de desempenho à permeação pelo menos igual a 2 para 6 produtos químicos de teste retirados da lista de produtos químicos determinada na norma.
- Tipo B: A luva obtém um índice de desempenho à permeação pelo menos igual a 2 para 3 produtos químicos de teste retirados da lista de produtos químicos determinada na norma.
- Tipo C: A luva obtém um índice de desempenho à permeação pelo menos igual a 1 para 1 produto químico de teste retirados da lista de produtos químicos determinada na norma.
Norma de referência, que não pode ser utilizada sozinha, mas apenas em associação com outra norma, com requisitos relativos ao desempenho de proteção.
• Respeitar a inocuidade (pH, teor em crómio VI, etc).
• Respeitar as cartas de tamanho (observar o quadro abaixo).
• Avaliar a destreza, a respirabilidade e o conforto.
• Respeitar as instruções de marcação, de informação, de identificação.
A norma EN511 define as exigências e os métodos de ensaios para as luvas de proteção contra o frio transmitido por convecção ou condução até - 30° C (opcionalmente até -50ºC). Este frio pode estar relacionado com as condições climatéricas ou a uma atividade industrial.
O processo de seleção de uma luva de proteção contra o frio deve ter em conta vários parâmetros, tais como a temperatura ambiente, a saúde da pessoa, a duração de exposição, o nível de atividade, etc.
Body securing device intended to stop falls. The full body harness can be made of straps, buckles and other elements; set and adjusted in a right way on the body of an individual to secure him during a fall and afterwards.
A work positioning system consists of elements (belt and work positioning line), joined together to form a complete piece of equipment.
VESTUÁRIO DE SINALIZAÇÃO ALTA VISIBILIDADE
Esta norma especifica as características que deverá ter o vestuário de proteção que tenha como objectivo sinalizar visualmente a presença do utilizador, para detectá-lo e vê-lo bem em condições perigosas, de dia, em todas as condições de luminosidade, ou de noite, à luz dos faróis.
Existem três classes de vestuário de sinalização. Cada classe deverá ter superfícies mínimas de materiais de visibilidade que constituem o vestuário, sendo que quando mais elevada for a classe, mais visível se torna o vestuário:
| Classe 3 | Classe 2 | Classe 1 | |
| Material de base (Fluorescente) | 0,80 m² | 0,50 m² | 0,14 m² |
| Material retro-reflector (Bandas) | 0,20 m² | 0,13 m² | 0,10 m² |
Marcação:
X : Classe da superfície de visibilidade (de 1 a 3)
EN ISO 20471
Max. 25x
EN ISO 20471
2 : Classe da superfície de visibilidade (de 1 a 3)
Max. 25x : Marcação opcional, número de lavagens máximos autorizados para o modelo.
Exemplo : Máximo 25 lavagens (ver indicação de temperatura de manutenção na etiqueta da peça de Vestuário).
A norma EN388 aplica-se a todos os tipos de luvas de proteção e diz respeito às agressões físicas e mecânicas por abrasão, corte por lâminas, perfuração e rasgo. Apareceram novas performances desde a versão 2016 da norma.Exemplos de marcação : 4543D ou 4X43D
Resistência ao impacto na área do metacarpo : se for reivindicada essa performance, irá aparecer a marcação “P”. Exemplo de marcação:
4233X P
Exemplos de marcação :
4543D ou 4X43D
Corte por lâmina, 2 métodos de testes :
EN388 6.2. : PPara os riscos de corte baixos a médios. Uma lâmina circular sobre a qual é aplicada uma força constante de 5N desloca-se da frente para trás até a amostra ser cortada. Mede-se então o número de ciclos realizados e é-lhe atribuído o respectivo nível.
EN ISO 13997 : para os materiais que atenuam a lâmina durante o teste EN388 6.2 e/ ou particularmente resistentes, para os riscos de corte elevados. Uma lâmina direita efectua uma deslocação única em 20 mm, com uma força de 2N. O teste é repetido com uma força diferente sempre que necessário, até a amostra ser cortada. É atribuído um nível correspondendo à força necessária para o corte da amostra. Este método representa sobretudo as situações de utilização que apresentam um risco de corte elevado..
VESTUÁRIO DE PROTEÇÃO CONTRA A CHUVA
Esta norma específica as exigências e os métodos aplicáveis aos materiais e aos cortes do vestuário de proteção contra as intempéries (por exemplo precipitações sob forma de chuva ou neve), nevoeiro e humidade do sol.
y : Classe de resistência à penetração de água (de 1 a 4), WP
y : Classe de resistência evaporativa(de 1 a 4), Ret
R : Prova da torre de água sobre toda a roupa (opcional)
| FINNMARK2 | |
|---|---|
|
|
EN343 |
|
3 1 X |
|
A RESISTÊNCIA TÉRMICA (Rct) EM M².K/W :
Mede o isolamento térmico oferecido.
Dividida em 4 classes (de 1 a 4) do menos isolante ao mais isolante.
Quanto mais elevado for o seu valor, mais o isolamento térmico oferecido é importante.
A PERMEABILIDADE AO AR (AP) EM mm/s :
Determina a permeabilidade ao ar do conjunto.
Dividida em 3 classes (de 1 a 3) do menos estanque ao mais estanque.
ISOLAMENTO TÉRMICO RESULTANDO DA BASE:
Medido sobre um manequim móvel (/cler) .
O coeficiente de isolamento térmico, indicado em m2.K/W, permite determinar a temperatura de utilização ideal do vestuário em relação à actividade do indivíduo e do seu tempo de exposição.
O isolamento térmico é medido com roupa interior de tipo:
A RESISTÊNCIA EVAPORATIVA (Ret) EM (M².PA)/W :
Mede a resistência evaporativa, ou seja, o obstáculo à passagem do vapor de água que constitui um produto, ou ainda o obstáculo que oferece à evaporação do suor à superfície da pele. Quanto mais a resistência evaporativa de um produto for elevada, mais esse produto constitui um obstáculo importante à passagem do vapor de água: Um produto transpirável tem uma resistência evaporativa baixa. Dividida em 4 niveis (de 1 a 4) do menos transpirável ao mais transpirável.
| Resistência evaporativa Ret Classe |
Classe | |||
| 1 | 2 | 3 | 4 | |
| M2 - Pa w | Ret > 40 | 25 < Ret > 40 | 15 < Ret > 25 | Ret < 15 |
A RESISTÊNCIA DE PENETRAÇÃO DA ÁGUA (WP) EM PASCAL :
Mede a resistência à penetração de água do material exterior e das costuras sob pressão de água (980+/50) Pa/min.
Dividida em 4 níveis (1 a 4) do menos impermeável ao mais impermeável.
| Résistência à penetração da água WP |
Classe | |||
| 1 | 2 | 3 | 4 | |
|
Espécime de ensaio: |
WP > 8 000 Pa- | -WP > 8 000 Pa | -WP > 13 000 Pa | - WP > 20 000 Pa |
| Costuras antes do tratamento prévio | WP > 8 000 Pa | WP > 8 000 Pa | WP > 13 000 Pa | - |
| Costuras após tratamento prévio por limpeza | - | - | - | WP > 20 000 Pa |
TESTE DA TORRE :
| Comprimento de pavio nas mangas e costuras inferiores | Max 5 cm |
| Comprimento de pavio nas bainhas das calças | Max 10 cm |
| Comprimento de pavio nas costuras do capúz | Max 4 cm |
| Classe 3 | 0 cm² |
Exigências relativas ao vestuário de proteção química cujos elementos de ligação entre as diferentes partes do vestuário são estanques aos líquidos (tipo 3) ou às pulverizações (tipo 4), incluíndo os artigos de vestuário protegendo só algumas partes do corpo (Tipos PB (3) e PB (4)).
Esta norma especifica as exigências mínimas pedidas aos diferentes tipos de vestuário de proteção química de uso limitado ou de reutilização:This standard sets out the minimum requirements for the following types of limited use and reuseable chemical protective clothing:
- Vestuário protegendo o corpo todo com ligações estanques aos líquidos entre as diferentes partes do vestuário (Tipo 3: vestuário estanque aos líquidos);
- Vestuário protegendo o corpo todo com ligações estanques às névoas entre as diferentes partes do vestuário (Tipo 4: vestuário estanque às névoas).
| NORMA | TIPO | PROTECÇÃO QUÍMICA |
| EN13034 | 6 | Contra salpicos |
| EN ISO 13982-1 | 5 | Contra poeiras (amianto) |
| EN14605 | 4 | Contra névoas |
| EN14605 | 3 | Contra jactos |
| TESTE | |||||
| Desempenho geral | Testes e Desempenhos Específicos |
Nível de proteção | |||
| 3a | 4a | 5 | 6a | ||
| Exigências de desempenho para o vestuário completo |
Pressão interna | - | - | - | - |
| Fuga para o interior | - | - | X | - | |
| Penetração por um jacto de líquido | X | - | - | - | |
| Penetração por névoa (vaporização de liquido) | - | X | - | - | |
| Contra as poeiras | - | - | X | - | |
| Penetração por névoa (pulverização ligeira) | - | - | - | X | |
| Exigências de desempenho para as juntas e costuras |
Resistência mecânica | X | X | X | X |
| Resistência à permeação e a penetração por liquidos | X | X | - | - | |
| Exigências de desempenho para os materiais que constituem o vestuário |
Abrasão / Rasgo / Perfuração | X | X | X | X |
| Resistência à tracção | X | X | - | X | |
| Resistência à fissuração por flexão | X | X | X | - | |
| Resistência à fissuração por flexão a -30°C |
X opcional |
X opcional |
- | - | |
| Resistência à permeação por liquidos | X | X | - | - | |
| Resistência à penetração de líquidos | - | - | - | X | |
| Repulsão aos líquidos | - | - | - | X | |
a - Quando o equipamento de proteção protege apenas certas partes do corpo (tronco, braços, pernas), apenas são exigidos os requisitos de desempenho para os materiais que compõem o vestuário (tipo 6, 4 e 3).
PROTEÇÃO UTILIZADA SEGUNDO SOLDADURA E TÉCNICAS CONEXAS
Esta norma especifica as exigências da performance do vestuário de proteção destinado aos operadores de soldadura e técnicas conexas com os riscos comparáveis.
Este tipo de vestuário de proteção tem por objecto proteger quem o utiliza contra as pequenas projeções de metal em fusão, contacto de curta duração com chama, assim como, contra os raios ultravioletas. É destinado a estar à temperatura ambiente, de uma forma continua até 8h.
| CLASSE 1 | Proteção contra os riscos frágeis de técnicas de soldadura e situações causando pequenas projeções e calor radiante fraco. |
| CLASSE 2 | Proteção contra os riscos mais importantes e técnicas de soldadura de situações que causam maiores projeções e calor radiante mais elevado. |
| MAIVE2 | |
| EN ISO 11611 | |
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A, A2 CLASSE 1 |
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